27 julho 2010
CITRA 2010
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Termos de acesso: Acesso, CITRA 2010, Conferência Internacional, Era Digital
Foz Côa: Museu abre as portas 15 anos depois da polémica suspensão da barragem
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Uma "bomba" de 91.731 documentos contra a guerra no Afeganistão no Wikileaks
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23 julho 2010
Documentos do Vaticano sobre a 2ª Grande Guerra Mundial on-line
Documentos disponíveis on-line
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DIGITARQ
DIGITARQ
A Direcção-Geral de Arquivos (DGARQ) disponibilizou software para os arquivos se poderem informatizar e aderir à ansiada Rede Portuguesa de Arquivos.
Para Consultar em: http://digitarq.pt/126/
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Termos de acesso: DGARQ, Digitarq, Rede Portuguesa de Arquivos, Software
13 abril 2010
No âmbito da sua missão cultural e cívica, o Museu da Presidência da República desenvolve actividades de Formação nas áreas da História Contemporânea de Portugal, do Património e de Cidadania.
O próximo evento:
Seminário “Os Arquivos como parte da Colecção dos Museus”Coordenado pelo Dr. Diogo Gaspar
Data: 22 e 23 de Abril
Mais informações em: www.museu.presidencia.pt
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27 fevereiro 2010
Arquivo do Ultramar já está disponível
in Publico de 25/02/2010
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30 outubro 2009
Fighting!!!
É que a vida se fosse fácil não tinha graça nenhuma....
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10 setembro 2009
Edição da norma ISDIAH
O Arquino Nacional do Brasil lançou no dia 3 de Setembro de 2009 a versão brasileira da nova norma ISDIAH - Norma Internacional para descrição de instituições com acervo arquivístico. A tradução é da responsabilidade do arquivista Vitor Manoel Marques da Fonseca.
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08 setembro 2009
British Library oferece música grátis "on-line"
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28 agosto 2009
Colóquio Controlo Integrado de Pragas em Biblioteca, Arquivos, Museus e Monumentos
O Seminário "Controlo Integrado de Prgas em Bibliotecas, Arquivos, Museus e Monumentos" irá realizar-se no Museu Nacional de Etnologia - 12 de Outubro de 2009 e no Arquivo Histórico Ultramarino - 13 de Outubro de 2009.
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13 agosto 2009
ACT atirou documentos laborais para um armazém na Matinha
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13 julho 2009
Diários de Orwell
Os diários de George Orwell, pseudónimo de Eric Arthur Blair, jornalista, ensaísta e romancista britânico já se encontram on-line em forma de bogue, que são postados dia a dia.
A sua escrita é marcada por descrições concisas de eventos e condições sociais e pelo desprezo por todas as formas de autoridade. A sua obra mais conhecida é 1984, uma crítica clara ao autoritarismo.
Esta iniciativa pertence ao Orwell Prize, o prémio britânico para escrita política.
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06 julho 2009
Biblioteca por cima de lençol freático com arquivo na cave...
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Arquivo Municipal de Vila Nova de Gaia - Arquivo Sophia de Mello Breyner

Fonte: Portal do Cidadão de Gaia
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03 julho 2009
Diários de Samuel Pepys
de Samuel Pepys, o famoso diarista do século XVII que viveu em Londres já se encontram on-line. As entradas começaram a ser postadas a 1 de Janeiro de 2003 e para quem não tenha acompanhado atempadamente a sua publicação on-line, existem campos que permitem fazer esse acompanhamento.
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Programa Memória do Mundo
as memórias dos outros fizeram, fazem e fazerão as memórias do Mundo é importante realçar a existência de um programa da UNESCO: o Programa Memória do Mundo.
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Saramago ambiciona que a sua fundação se torne num pólo cultural de Lisboa
O escritor José Saramago pretende que a fundação com o seu nome se torne um pólo cultural da cidade de Lisboa quando se instalar na Casa dos Bicos, cedida pela Câmara Municipal de Lisboa há um ano para esse efeito. 
Durante uma visita guiada, no dia 27 de Junho, ao edíficio de cinco pisos situado "no coração de Lisboa, frente ao Tejo", cuja remodelação ainda não tem fim à vista, Saramago , de 86 anos, manifestou o desejo de aí instalar os serviços administrativos da fundação ainda este ano.
"Ao contrário do que algumas pessoas mal-intencionadas quiseram acreditar, a Casa dos Bicos, que vamos ocupar, não está aqui simplesmente para glorificar a vida ou a obra do senhor Saramago, está aqui para ser útil", frisou Saramago.
A Fundação José Saramago quer, segundo o Premiado pelo Prémio Nobel da Literatura em 1998, "ir muito além de uma responsabilidade que está nos estatutos, que é a de defender e preservar a obra da pessoa que lhe deu o nome".
"Quer ir mais além na medida do possível: diversificar as actividades da fundação, de modo a que a Casa dos Bicos se transforme num pólo cultural da cidade. Queremos que seja a casa de todos", sublinhou.
"Aqui vão realizar-se conferências, exibir-se filmes, fazer-se exposições. Tudo aquilo que se deve esperar de uma instituição de carácter cultural, vamos fazê-lo com certeza", asseverou.
Actualmente em Lanzarote, a biblioteca do autou de "O Ano da Morte de Ricardo Reis" - ou pelo menos parte dela - será trazida para a Casa dos Bicos, revelou Saramago, acrescentando que não gostaria que os livros "ficassem numa espécie de mausoléu", mas que fossem lidos e consultados.
"Vamos pôr esta fundação ao serviço da cidade", garantiu o escritor, no final da visita guiada pelo arquitecto João Santa Rita, um dos responsáveis pelo projecto. O arquitecto é filho de José Santa Rita que, juntamente com o arquitecto Manuel Vicente, foi o autor do projecto original de remodelação, desenvolvido em 1983 para a XVII Exposição Europeia de Artes, Ciência e Cultura.
Datada de 1523 e também conhecida como Casa de Brás de Albuquerque, a Casa dos Bicos albergará "uma biblioteca, um espaço de estar e de auditório, os serviços da fundação e ainda um núcleo expositivo", disse João Santa Rita.
Para além disso "haverá ainda um piso da entrada [da responsabilidade da Câmara Municioal de Lisboa] de utilização masi pública, de explicação desta área onde se insere a Casa dos Bicos e dos seus achados arqueológicos".
"Espero que com mais uns quantos meses de obras, que estão a decorrer a bom ritmo e com muita imaginação, aproveitando espaços e inventando espaços novos, possamos finalmente, não sei em que dia entrar aqui, com a chave na mão, e usar a Casa dos Bicos, repito, para o bem da Cultura", observou Saramago.
Fonte: Público
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16 junho 2009
Arcervo sobre Timor-Leste na FEUP
Consistindo em cerca de 2500 obras sobre Timor Leste, a Indonésia e a Política Internacional relacionada com a questão Timorense, este acervo bibliográfico foi disponibilizado pelo Professor António Barbedo de Magalhães, professor catedrático da FEUP e presidente do IASI. Segundo este responsável, “dentro de dois anos e meio irá juntar-se a este acervo o acervo arquivístico que já está na FEUP, e que reúne jornais, revistas, fotografias, cassetes áudio e vídeo, etc.”. Mais tarde todo este acervo deverá ser enviado para Timor Leste e integrar o Arquivo da Resistência Timorense. Autor de sete livros sobre Timor-Leste e a Indonésia, Barbedo de Magalhães foi mobilizado em 1974 para Timor, tendo, já doutorado, coordenado o trabalho de uma equipa luso-timorense que elaborou um projecto para a reestruturação do ensino em Timor, com vista a uma eventual independência a médio prazo. Foi membro da CDPM (Comissão para os Direitos do Povo Maubere), da APJTL (Associação Paz e Justiça para Timor-Leste) e da Comissão Organizadora das Jornadas de Timor da Universidade do Porto, tendo organizado numerosas conferências em Portugal, Alemanha, Austrália, Estados Unidos, Canadá, Brasil e outros países. Sendo hoje presidente do IASI - International Institute for Asian Studies and Interchange, docente da FEUP e investigador do INEGI, Barbedo de Magalhães leccionou também nos cursos de licenciatura em Relações Internacionais da Universidade de Coimbra e de licenciatura em História da Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Foi docente convidado, em sucessivos anos, no European Master Degree in Human Rights and Democracy da Universidade de Coimbra e no Curso de Mestrado em Relações Interculturais da Universidade Aberta, tendo sido também professor do Curso de Pós-Graduação em Estudos Orientais da Universidade Católica, em Lisboa. Ao longo dos anos, organizou vários cursos livres sobre Timor-Leste e a Indonésia e fez numerosas comunicações sobre esses temas.
Fonte: Notícias UP
Ver aqui Programa completo.
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09 junho 2009
Buraco Negro - Web pode "devorar" história mundial
Académicos, pesquisadores e até mesmo estudiosos da história do basebol perceberam recentemente o desaparecimento de alguns arquivos de jornais mais antigos até há pouco disponíveis na web. Os problemas surgiram depois que a PaperofRecord.com, uma colecção de mais de 20 milhões de páginas de jornais que variam do Toronto Star a perió
dicos de aldeias mexicanas, passando por publicações de Perth, Austrália, se fundiu ao Google News Archive.O problema, descobriram os pesquisadores, é que o Google encontrou dificuldades para reformatar as imagens dos jornais e adquirir os direitos de exibição do conteúdo de algumas das publicações mais antigas, e por isso bloqueou, pelo menos temporariamente, o acesso a alguns dos arquivos.
Existe uma visão idealizada da web como uma espécie de armazém geral do conhecimento humano, e no sentido da amplitude daquilo que se pode descobrir com uma busca aleatória no Google, isso é verdade. Mas apesar de toda essa abertura, a web provou ser um receptáculo ineficiente para a preservação histórica, e boa parte do tesouro que ela abriga fica perdido num labirinto de páginas de web alteradas, links quebrados e sites eliminados.
O director da British Library recentemente alertou em artigo para o jornal Observer que, se essa memória digital não for reparada, corremos o risco de "criar um buraco negro para os futuros historiadores e escritores". Os arquivos do Sporting News, conhecido como "a bíblia do basebol" e fundado em 1886, estão entre as publicações que caíram vítima da transição da PaperofRecord.com ao controlo do Google. Alguns jornais mexicanos antigos também estão indisponíveis, queixam-se os académicos.
Preservar a História na web é difícil até mesmo para o Google, cuja missão declarada é a de "organizar a informação do mundo e torná-la universalmente acessível e útil". "Estamos fazendo o melhor que podemos para encontrar uma solução que inclua o máximo possível do conteúdo adquirido", disse um porta-voz do Google sobre a transição do arquivo de jornais.
Mas à medida que a proporção cada vez maior da nossa memória colectiva ganha abrigo online, cresce o perigo de que percamos o conteúdo e contexto de eventos acontecidos até mesmo há poucos dias, quanto mais há semanas, meses ou décadas.
Tente recuperar links de escândalos antigos ou imagens inconvenientes na web, por exemplo Enron, Parmalat ou outros nomes corporativos que entraram em colapso. A maior parte deles desapareceu, apesar dos esforços de sites como a Wikipedia ou Smoking Gun ou combinação de forças da blogosfera para a preservação da história.
Onde foi parar o senso de revolta colectiva global com a pilhagem do Museu Nacional do Iraque durante a invasão dos Estados Unidos ao país em 2003? Apesar de ser difícil de medir, creio que é possível apostar que o mundo sofre a perda de um museu cheio de artefactos todos os dias, dependendo de como a wWeb armazena as nossas memórias culturais.
O modo como a World Wide Web evoluiu ao longo dos últimos tornou possível deixar obscuro ou mesmo apagar factos inconvenientes. Isso não era a intenção do inventor da web, Tim Berners-Lee, cujo objectivo era fazer com que cada endereço apontasse para uma página de dados. Em vez disso, os projectistas da web acharam conveniente criar endereços dinâmicos que podem tornar impossível encontrar informações numa segunda visita ao mesmo site.
Por isso, desfrute dos muitos benefícios da web enquanto eles ainda estão acessíveis na sua tela. Mantenha cópias de tudo que deseja recordar, ou encare o risco de perder essas informações talvez já no próximo momento em que actualizar uma página.
Vivemos numa época em que a capacidade de registar e preservar o que fazemos nas nossas vidas nunca foi tão grande. Mas usar a web para preservar essas memórias torna mais e mais provável que as gerações futuras vejam os primeiros anos da internet como décadas perdidas.
Em pouco mais de 100 anos, a fotografia transformou-se de processo mágico, quase místico, em pouco mais do que uma nota de pé de página. Nada captura melhor o status corriqueiro da fotografia hoje do que o banal milagre do Flickr, o site de fotografia controlado pelo Yahoo que oferece mais de três bilhões de fotos on-line. Bilhões. "O Flickr está para a fotografia como o Oceano Pacífico está para a água, ou como a Times Square está para as multidões", escreveu o crítico cultural Luc Sante em ensaio para a edição de Janeiro/Fevereiro de 2008 da revista Photography. O Flickr é um grande nivelador, varrendo as distinções entre amador e especialista, arte e recordação.
Diante desse panorama, existem relíquias de eras passadas da fotografia, fotos históricas preservadas em bibliotecas ou arquivos nacionais ou em agências fotográficas ou veículos de media. A sua escassez poderia mesmo torná-las tesouros. Mas elas também estão chegando à internet. Ante o dilúvio de fotos que chega aos servidores (estima-se que três milhões ao dia no caso do Flickr), o material histórico pode parecer pífio. Mas ao longo do ano passado surgiram novos e importantes esforços para colocar esses clássicos on-line, tanto para encontrar novas audiências para material tipicamente usado por pesquisadores quanto para usar essas audiências a fim de insuflar um novo significado em fotos obtidas tanto tempo atrás.
Fonte: Jornal O Progresso
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