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28 agosto 2009

Colóquio Controlo Integrado de Pragas em Biblioteca, Arquivos, Museus e Monumentos

O Seminário "Controlo Integrado de Prgas em Bibliotecas, Arquivos, Museus e Monumentos" irá realizar-se no Museu Nacional de Etnologia - 12 de Outubro de 2009 e no Arquivo Histórico Ultramarino - 13 de Outubro de 2009.
Esta iniciativa tem a coordenação de Conceição Casanova (Instituto de Investigação Científica Tropical), Isabel Raposo de Magalhães (Instituto dos Museus e da Conservação) e Maria Luísa Cabral (Gabinete de Estudos a&b).

Conta com a participação de David Pinniger e Jane Thompson Webb e com a colaboração de Lília Esteves e Sílvia Sequeira.
Este evento é destinado a conservadores, restauradores, bibliotecários, arquivistas, curadores e pessoas responsáveis pela gestão de colecções. Tem como principais objectivos munir os técnicos das ferramentas indispensáveis ao combate às pragas e prever uma gestão racional e eficaz tanto do ponto de vista dos recursos humanos como técnicos e financeiros, eliminando soluções pontuais sempre recuadas relativamente aos acontecimentos.

Este Seminário apresenta um programa de acção preventiva, apostando numa planificação e intervenção ao longo do tempo de modo a evitar o aparecimento de surtos que acima de tudo, ameaçam as colecções.

Pode consultar o Programa aqui.

E a Ficha de Inscrição aqui.

13 agosto 2009

ACT atirou documentos laborais para um armazém na Matinha


Muita da informação comunicada pelas empresas sobre os seus funcionários à Autoridade para as Condições de Trabalho está guardada num armazém, de forma totalmente desorganizada e mesmo os pedidos de informação vindos dos tribunais ficam sem resposta.

É um problema que se arrasta há anos. Os serviços de Lisboa da Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT), que abrange a Inspecção de Trabalho, não conseguem encontrar a documentação remetida pelas empresas, nomedamente sobre horários ou quadros de pessoal. As numerosas caixas foram descarregadas num armazém na zona portuária da Matinha, em Lisboa, espalhadas sem método e mesmo os pedidos dos tribunais ficam por responder. Ao fim de uma semana, a ACT não comentou esta infiormção nem autorizou a visita ao armazém.

Os documentos em causa podem ser importantes porque se relacionam com os horários de trablaho dos trabalhadores e, em última instância, com a sua renumeração. Mas abrangem toda a informação comunicada pelas empresas - admissão de trabalhadores estrangeiros, abertura de estaleiros de construção civil, informação sobre contratados a termo relações semestrais de trabalho su+lementar ou início de actividade. Muitas vezes, a prova judicial de determinadas situações passa pela documentação entregue pelas empresas ao organismo fiscalizador da realidade laboral. Mas os seus serviços não cuidam dos papéis da melhor forma.

Até 2006, a documentação encontrava-se em diversas instalações do organismo fiscalizador. por exemplo, a antiga repartição técnica de Lisboa - que reunia a documentação sobre horários de trabalho, isenção de horários e questões profissionais - guardou os documentos que já não cabiam nas instalações da Rua de Gonçalves Crespo.

Um jurista sindical conta que essa repartição era num apartamento na Avenida dos Defensores de Chaves, com três ou quatro assoalhadas, onde se empilhavam as pastas com documentos. "Uma desgraça", conta esse jurista ao Público. "Enquanto estava lá uma funcionária que conhecia de cor a localização dos dossiers, os pedidos eram respondidos. Mas aposentou-se e agora é impossível. Ainda estou à espera de um pedido de informação há três ou quatro anos." Uma vez, o jurista foi lá com um trabalhador e, por muito que se procurasse, não se conseguia localizar a pasta da empresa. A certa altura, um deles teve de ir à casa de banho e - espanto - encontrou lá dois dos dossiers da empresa...

Em Maio de 2006 - como relata a presidente da Associação Portuguesa dos Inspectores de Trabalho -, parte dos serviços foi transferida da Rua de Gonçalves Crespo para as instalações da Avenida 5 de Outubro. E, para libertar espaço, a documentação com mais de cinco anos ou com menos uso foi "atirada" para o armazém da Matinha. Segundo o administrador do condomínio, são 1400 metros quadrados de armazém arrendados.

"Não há nenhum tratamento ao nível de arquivo, não se identifica ou cataloga os documentos", sintetiza Armanda Nunes de Carvalho, a líder da Associação Portuguesa de Inspectores de Trabalho. "É o caixote 43, como lhe chamamos", sorri.

A descrição feita por funcionários da ACT é a de uma barafunda. As pastas estão desarrumadas, sem ordem, empilhadas. Cada empresa tem várias pastas, arquivadas por anos. Qualquer pedido de informação obrigaria a encontrar as diversas pastas que nem sempre estão perto umas das outras.

Ou seja, seria necessário "bater" o arquivo todo. Não há funcionário que se ocupe da sua organização, nem que possa ser afectado para procurar os documentos pedidos. Uma tarefa inútil, mesmo quando o pedido vem de um tribunal, como já aconteceu. Os documentos foram lá postos como se fosse um "arquivo morto".

"É posto lá e à medida que o tempo vai passando não se sabe o que lá está", sintetiza a presidente da associação de inspectores. "Às vezes precisamos de consultar o histórico de uma empresa e é um problema. São milhares e milhares de documentos e recuperar essa informação é inimaginável."

Um advogado de um conhecido escritório de Lisboa conta que lhe aconteceu ter pedido em vão uma informação. "Não há muito tempo, pedi uma informação sobre se determinado requerimento de horários tinha sido ou não apresentado à Inspecção-Geral do Trabalho, e não consegui obter resposta." Acharam estranho, mas agora percebem o que se passou.



E assim vai o estado dos arquivos em Portugal. Ainda considerados um bem menor!!!



Fonte: O Público

13 julho 2009

Diários de Orwell




Os diários de George Orwell, pseudónimo de Eric Arthur Blair, jornalista, ensaísta e romancista britânico já se encontram on-line em forma de bogue, que são postados dia a dia.



A sua escrita é marcada por descrições concisas de eventos e condições sociais e pelo desprezo por todas as formas de autoridade. A sua obra mais conhecida é 1984, uma crítica clara ao autoritarismo.



Esta iniciativa pertence ao Orwell Prize, o prémio britânico para escrita política.

06 julho 2009

Biblioteca por cima de lençol freático com arquivo na cave...



No Público do passado dia 2 de Julho refere a "fantástica" situação da Biblioteca Municipal de Alvito que foi construída sobre um lençol freático e ainda mais "fantástico" a localização do arquivo! As referências mesmo que minímas dão uma ideia ao tratamento dado aos arquivos: «O projecto contemplava um espaço para arquivo e depósito de materiais, além de vários gabinetes técnicos, numa cave, o que levou à escavação do terreno em profundidade.(...) A situação é mais complicada para quem trabalha nos serviços de arquivo ou nos gabinetes técnicos paredes meias com a sala das máquinas, onde se mantém a trabalhar em regime permanente o potente motor de uma electrobomba que é fundamental para evitar uma eventual inundação.»
Pasme-se a qualidade da construção em Portugal, passando pela preocupação pelas condições de higiene e segurança no trabalho, e a atenção dada às bibliotecas e, em particular, aos arquivos!!

03 julho 2009

Diários de Samuel Pepys

Os diários de Samuel Pepys, o famoso diarista do século XVII que viveu em Londres já se encontram on-line. As entradas começaram a ser postadas a 1 de Janeiro de 2003 e para quem não tenha acompanhado atempadamente a sua publicação on-line, existem campos que permitem fazer esse acompanhamento.

Os leitores podem também contribuir com os seus comentários e existem ainda as funcionalidades de uma enciclopédia construída pelos utilizadores do site e um mapa onde vão sendo assinalados os vários locais referidos pelo diarista.

Programa Memória do Mundo

E porque as memórias fazem parte da nossa vida e por vezes vivemos de memórias. E porque as nossas memórias e as memórias dos outros fizeram, fazem e fazerão as memórias do Mundo é importante realçar a existência de um programa da UNESCO: o Programa Memória do Mundo.

Este programa está vocacionado para a identificação e preservação de documentos e arquivos de grande valor histórico, assegurando a sua ampla disseminação. Ambicioso nos seus princípios e objectivos este programa revela-se extremamente importante para a memória da Humanidade.da lista de documentos registados ao abrigo deste programa constam, entre outros, a partitura original da 9ª Sinfonia de Beethoven e a Bíblia de Gutenberg, ambos conservados em arquivos alemães. Temos, também, registado um bem português, a Carta de Pêro Vaz de Caminha da tutela do ANTT.

09 junho 2009

Buraco Negro - Web pode "devorar" história mundial

Existe uma visão idealizada da web como uma espécie de armazém geral do conhecimento humano

Académicos, pesquisadores e até mesmo estudiosos da história do basebol perceberam recentemente o desaparecimento de alguns arquivos de jornais mais antigos até há pouco disponíveis na web. Os problemas surgiram depois que a PaperofRecord.com, uma colecção de mais de 20 milhões de páginas de jornais que variam do Toronto Star a periódicos de aldeias mexicanas, passando por publicações de Perth, Austrália, se fundiu ao Google News Archive.
O problema, descobriram os pesquisadores, é que o Google encontrou dificuldades para reformatar as imagens dos jornais e adquirir os direitos de exibição do conteúdo de algumas das publicações mais antigas, e por isso bloqueou, pelo menos temporariamente, o acesso a alguns dos arquivos.
Existe uma visão idealizada da web como uma espécie de armazém geral do conhecimento humano, e no sentido da amplitude daquilo que se pode descobrir com uma busca aleatória no Google, isso é verdade. Mas apesar de toda essa abertura, a web provou ser um receptáculo ineficiente para a preservação histórica, e boa parte do tesouro que ela abriga fica perdido num labirinto de páginas de web alteradas, links quebrados e sites eliminados.
O director da British Library recentemente alertou em artigo para o jornal Observer que, se essa memória digital não for reparada, corremos o risco de "criar um buraco negro para os futuros historiadores e escritores". Os arquivos do Sporting News, conhecido como "a bíblia do basebol" e fundado em 1886, estão entre as publicações que caíram vítima da transição da PaperofRecord.com ao controlo do Google. Alguns jornais mexicanos antigos também estão indisponíveis, queixam-se os académicos.
Preservar a História na web é difícil até mesmo para o Google, cuja missão declarada é a de "organizar a informação do mundo e torná-la universalmente acessível e útil". "Estamos fazendo o melhor que podemos para encontrar uma solução que inclua o máximo possível do conteúdo adquirido", disse um porta-voz do Google sobre a transição do arquivo de jornais.
Mas à medida que a proporção cada vez maior da nossa memória colectiva ganha abrigo online, cresce o perigo de que percamos o conteúdo e contexto de eventos acontecidos até mesmo há poucos dias, quanto mais há semanas, meses ou décadas.
Tente recuperar links de escândalos antigos ou imagens inconvenientes na web, por exemplo Enron, Parmalat ou outros nomes corporativos que entraram em colapso. A maior parte deles desapareceu, apesar dos esforços de sites como a Wikipedia ou Smoking Gun ou combinação de forças da blogosfera para a preservação da história.
Onde foi parar o senso de revolta colectiva global com a pilhagem do Museu Nacional do Iraque durante a invasão dos Estados Unidos ao país em 2003? Apesar de ser difícil de medir, creio que é possível apostar que o mundo sofre a perda de um museu cheio de artefactos todos os dias, dependendo de como a wWeb armazena as nossas memórias culturais.
O modo como a World Wide Web evoluiu ao longo dos últimos tornou possível deixar obscuro ou mesmo apagar factos inconvenientes. Isso não era a intenção do inventor da web, Tim Berners-Lee, cujo objectivo era fazer com que cada endereço apontasse para uma página de dados. Em vez disso, os projectistas da web acharam conveniente criar endereços dinâmicos que podem tornar impossível encontrar informações numa segunda visita ao mesmo site.
Por isso, desfrute dos muitos benefícios da web enquanto eles ainda estão acessíveis na sua tela. Mantenha cópias de tudo que deseja recordar, ou encare o risco de perder essas informações talvez já no próximo momento em que actualizar uma página.
Vivemos numa época em que a capacidade de registar e preservar o que fazemos nas nossas vidas nunca foi tão grande. Mas usar a web para preservar essas memórias torna mais e mais provável que as gerações futuras vejam os primeiros anos da internet como décadas perdidas.

Em pouco mais de 100 anos, a fotografia transformou-se de processo mágico, quase místico, em pouco mais do que uma nota de pé de página. Nada captura melhor o status corriqueiro da fotografia hoje do que o banal milagre do Flickr, o site de fotografia controlado pelo Yahoo que oferece mais de três bilhões de fotos on-line. Bilhões. "O Flickr está para a fotografia como o Oceano Pacífico está para a água, ou como a Times Square está para as multidões", escreveu o crítico cultural Luc Sante em ensaio para a edição de Janeiro/Fevereiro de 2008 da revista Photography. O Flickr é um grande nivelador, varrendo as distinções entre amador e especialista, arte e recordação.
Diante desse panorama, existem relíquias de eras passadas da fotografia, fotos históricas preservadas em bibliotecas ou arquivos nacionais ou em agências fotográficas ou veículos de media. A sua escassez poderia mesmo torná-las tesouros. Mas elas também estão chegando à internet. Ante o dilúvio de fotos que chega aos servidores (estima-se que três milhões ao dia no caso do Flickr), o material histórico pode parecer pífio. Mas ao longo do ano passado surgiram novos e importantes esforços para colocar esses clássicos on-line, tanto para encontrar novas audiências para material tipicamente usado por pesquisadores quanto para usar essas audiências a fim de insuflar um novo significado em fotos obtidas tanto tempo atrás.

Fonte: Jornal O Progresso

16 fevereiro 2009

ACÇÃO DE FORMAÇÃO: SOFTWARE LIVRE PARA BIBLIOTECAS E ARQUIVOS

DATA: 5 a 6 de Março de 2009
FORMADOR: Rafael António – Consultor
HORÁRIO: 10h 00m – 13h 00m e 14h 00m – 17h 00m
Nº HORAS: 12

OBJECTIVOS:1. Divulgar aplicações de software livre para bibliotecas e arquivos;2. Dotar os formandos com as competências necessárias para compreender ofenómeno do software livre e do seu uso nas organizações.

LOCAL: Rua Morais Soares, nº 43C, 1º Dto., 1900-341 LISBOA

INSCRIÇÕES: - Devem ser enviadas para o Centro de Formação da BAD, Rua Morais Soares,43C - 1º Dto., 1900-341 LISBOA através do preenchimento de formulário on-line ou pelo Fax nº 218154508- Para mais informações consulte a n/página http://www.apbad.pt/Formacao/Continua/formacao_calend.htm

PREÇO: Associado - 114 € Não Associado - 160

PROGRAMA
1. O software livre
História e motivação do software livre.
Modelo de negócio e seu impacto nas organizações.
As distribuições disponíveis, acesso e instalação.

2. O escritório electrónico com o OpenOffice
Importância do uso de formatos abertos ( ODF).
O módulo Impress para apresentações
O módulo Writer para processamento de texto
O módulo Calc para folha de cálculo
O módulo Base para base de dados local
O módulo Draw para gráficos
Benefícios práticos da sua utilização.

3. A gestão integrada de bibliotecas sobre WEB (KOHA)
A cadeia documental
Catalogação e pesquisa
O módulo de aquisições
O módulo de empréstimos
Cliente Z39.50
Administração do sistema

4. A gestão electrónica de documentos (ALFRESCO)
Conceitos de arquivos
Ciclo de vida documental
Normas e recomendações
A arquitectura Alfresco
Implementação do Plano de Classificação
Exemplo prático: Gestão de correspondência

Metodologia:Exposição teórica intercalada com exploração de programas e demonstração de casos práticos.

ORGANIZAÇÃO:
BAD - Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas

26 novembro 2008

EUROPEANA encerrada até ao início de Dezembro (afluência de visitas supera capacidade do site)

«Ao fim de um dia a Biblioteca Digital Europeia, Europeana, não resistiu à quantidade de visitas que o site recebeu durante as primeiras horas de vida e “sucumbiu”. Até ao início do mês de Dezembro, o portal vai estar encerrado para que os responsáveis consigam aumentar a capacidade de resposta dos servidores. No dia em que foi inaugurado, o (www.europeana.eu) teve 20 milhões de visualizações por hora, mais do dobro das esperadas pelas estimativas iniciais. Depois da ruptura da capacidade da página, o trabalho de uma década volta de novo a ser alvo de retoques para tentar responder à “pressão” dos utilizadores. nas primeiras horas do europeana. (...) Selmayr destacou o interesse pelo património cultural demonstrado pelos europeus, contra o “cepticismo inicial” de algumas instituições da União Europeia, que não deram muito apoio a este projecto. O site da europeana foi inaugurado no passado dia 20 de Novembro e em poucas horas "colapsou" devido ao número de utilizadores que tentaram aceder à página. Segundo alguns especialistas, esta iniciativa é a resposta europeia a projectos internacionais do género, como o motor de busca americano da Google.»
Fonte: O Público - aqui

06 outubro 2008

Museu do Holocausto incorpora Arquivos de Spielberg

O Museu do Holocausto de Jerusalém incorporará na sua colecção mais de 200.000 horas de vídeo - na sua maior parte testemunhos de sobreviventes -, do Instituto do Holocausto, criado pelo realizador de cinema Steven Spielberg. As gravações, que serão acessíveis ao público nos próximos dias, incluem mais de 52.000 entrevistas com vítimas dos campos de concentração e guetos na Europa nazi, informou o diário "Ha''aretz". Estes testemunhos juntam-se à colecção de cerca de 10.000 entrevistas em vídeo e 5.000 filmes sobre o Holocausto no Yad Vashem (Museu do Holocausto). Até agora, o acesso ao material do Instituto criado por Spielberg, que pertence à Universidade da Califórnia do Sul, só era possível através da internet e limitado a alguns. No entanto, o Yad Vashem promete o maior acesso possível a estas informações através da rede, começando por disponibilizar parte dos vídeos no YouTube.
Fonte: Público.pt

21 julho 2008

O Edifício - Arquivo VIII





Arquivo Distrital da Guarda - ADG

O Edifício - Arquivo VII

Arquivo Distrital de Leiria - ADL

O Edifício - Arquivo VI

Arquivo Distrital de Setúbal - ADS

O Edifício - Arquivo V

Arquivo Distrital de Viseu - ADV

03 junho 2008

O Edifício - Arquivo III



Arquivo Histórico Ultramarino - AHU

28 abril 2008

MayDay 2008 - "Save our archives"

Mais uma iniciativa a seguir:




A Call to Action on MayDay

Protecting our collections is one of our fundamental responsibilities as archivists. The Heritage Health Index, released in 2005 soon after hurricanes Katrina, Rita, and Wilma struck the Gulf Coast, reported that few institutions have disaster plans and for those that do, often the plan is out of date. It’s easy to put off emergency response planning as we devote our attentions to tasks with more immediate “payback.”
But on May 1 – this year and every year – you can do something that will make a difference when and if an emergency occurs. That’s the purpose of MayDay – a grassroots effort whose goal is to save our archives.
MayDay is a time when archivists and other cultural heritage professionals take personal and professional responsibility for doing something simple – something that can be accomplished in a day but that can have a significant impact on an individual’s or a repository’s ability to respond.
Individuals can do many things on their own: For example, set aside time to read key policy documents once again, just to keep the information fresh. Quickly survey collections areas to ensure that nothing is stored directly on the floor, where it would be especially vulnerable to water damage. Note the location of fire exits and fire extinguishers. Encourage your repository to participate in MayDay.
Repositories may engage in activities involving all staff: For example, conduct an evacuation drill to acquaint staff members with the evacuation plan and to test its effectiveness. Or update the contact information in your existing emergency preparedness plan and create a wallet-size emergency contact roster to facilitate communication and rapid response.
SAA has prepared a
list of ideas that includes a number of simple MayDay activities that can help you respond to an emergency when and if it occurs. You should adapt them to those hazards that you’re most likely to face: a repository in San Francisco might plan an earthquake drill, while another in Georgia might plan for a hurricane. Many resources are also available through SAA's MayDay partners, Heritage Preservation's Heritage Emergency National Task Force and the Council of State Archivists (with its Emergency Preparedness Initiative).
The most important thing is to do something on MayDay that will help save our archives. If you come up with other activities, we’d like to add them to the list. Please send information to the Society of American Archivists at
MayDay@archivists.org so that we may share it with others. We’d also like to track who has participated in MayDay activities and what you did. If you or your repository conducts MayDay exercises, please send a note to the same address. Here's a list of groups and repositories that notified us of their participation in MayDay 2006.