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08 fevereiro 2008

Seminário Projecto Arquivos de Arquitectura


No próximo dia 14 de Fevereiro vai realizar-se o Seminário Projecto Arquivos de Arquitectura: Disponibilização dos Espólios de Raul Lino e Cristino da Silva, a partir das 10h00 no Auditório 3 da Fundação Calouste Gulbenkian.

E tem o seguinte programa:
10h00 - 10h20
Abertura
Teresa Patrício Gouveia
Administradora da Fundação Calouste Gulbenkian
Jaime Quesado
Gestor do Programa Operacional Sociedade do Conhecimento
José Afonso Furtado
Director da Biblioteca de Arte

10h20 - 11h15
Apresentação do Projecto Arquivos de Arquitectura
Ana Paula Gordo
Directora Adjunta da Biblioteca de Arte

Espólios Raul Lino e Cristino da Silva: um contributo para o estudo da história da arquitectura portuguesa do século 20
Ana Barata
Biblioteca de Arte

A Fundação Calouste Gulbenkian e a investigação em Arquitectura: uma experiência pessoal dos espólios Raul Lino e Cristino da Silva
Susana Lobo
Arquitecta - Darq-FCTUC, Bolseira de Doutoramento da Fundação para a Ciência e a Tecnologia

11h15 - 11h30
Pausa para café

11h30 - 12h40
Arquivos de Arquitectura e sistemas de informação sobre Arquitectura: uma relação cooperativa
João Vieira
Coordenador do Departamento de informação, Biblioteca e arquivos do IHRU, membro da Direcção da Secção de Arquivos de Arquitectura do ICA

Registar e comunicar a informação: o processamento bibliográfico de arquivos de arquitectura na Biblioteca de Arte
Eunice Silva Pinto, Ana Caldeira
Biblioteca de Arte

Conservação e restauro de espólios de arquitectura: que intervenção, que metodologias? Contributos para uma reflexão
Constança Rosa
Biblioteca de Arte

12h40 - 13h00
Debate

13h00 - 14h30
Almoço

14h30 - 16h00
Uma casa atlântica, Berlim em Lisboa ou os problemas do velho Direito de Autor na Net
Manuel Lopes Rocha
Advogado, PLMJ advogados

Imagens de arquitectura: políticas de acesso
Jorge Resende
Biblioteca de Arte

Para além das aparências: produção, organização e disponibilização de objectos digitais
Paulo Leitão
Biblioteca de Arte

16h00 - 17h00
Debate.
Encerramento


Para quem puder é uma oportunidade única para explorar alguns temas bastante interessantes!!!!

19 janeiro 2008

Daniel Blaufuks contrói "Arquivo" com uma colecção de memórias

"Conservação, erosão, apropriação, esvaziamento, branqueamento, (ir)reprodutibilidade da experiência ou ficcionalização da identidade são algumas das questões levantadas pelas fotografias e instalações que Daniel Blaufuks inaugura hoje, em Lisboa, na Vera Cortês Agência de Arte [Av. 24 de Julho, 54, 1ºEsq. Lx, até 23 de Fevereiro].

Arrumadas sob o título "O Arquivo", todas estas peças recentes jogam "por um lado, com a ideia de conservação e registo, e por outro com a efemeridade dos meios", explica ao DN o artista, que há anos trabalha temáticas como a memória ou o exílio.

Neste caso, Blaufuks abordou as diferenças e os cruzamentos entre "arquivo público e privado", conduzindo o olhar do espectador pelas seis salas de modo a que, no final, se questione as próprias noções de tempo e espaço, geral e particular, real e ficção.

Ao colocar lado a lado fotografias suas e imagens ou diapositivos de que se apropriou, o artista questiona, no limite, a integração de "arquivos alheios" nas memórias pessoais.

Se as cassetes e o computador arcaico evocados na primeira sala recordam o problema da duração dos suportes de registo, já as imagens da série Memento Mori, que tenta ordenar alfabeticamente lápides funerárias judias onde apenas se lêem os apelidos, conduzem a análise para o campo simbólico da vida e da morte. "Qualquer pessoa é um arquivo e, quando alguém morre, há um arquivo que desaparece", lembra Daniel Blaufuks.

Em O Arquivista, auto-retratou- -se num banho ritual fúnebre, levando ao extremo a "ideia de se arquivar a si próprio numa caixa". Primal Memory cruza diapositivos idílicos de África e paisagens retiradas a Shoah, filme sobre o Holocausto de Claude Lanzmann, em busca do rasto da memória.

Nos seis pequenos filmes exibidos em iPods, seis pessoas falam do que se lembram, partilhando memórias imediatas que seguem o ritmo do acaso. E na série Álbum, as fotografias esboçam a história possível de alguém que coleccionou objectos únicos como postais, recortes ou bilhetes de espectáculos.

Com algumas referências a séries anteriores, como Terezín ou A Perfect Day, "O Arquivo" reitera, afinal, a impossibilidade de conclusão de um arquivo. No final da exposição será lançado um livro de autor, com textos de Blaufuks, Gonçalo M. Tavares ou Eduardo Prado Coelho."

Fonte: DN 11-02-08

23 abril 2007

Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor


Celebra-se hoje o Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor. Uma data instituída pela UNESCO, que procura promover o livro.

O dia mundial do livro e do direito de autor é celebrado a 23 de Abril em 100 países. A data foi instituída pela Conferência Geral da UNESCO para prestar tributo aos grandes autores da literatura mundial que nasceram ou morreram neste dia. É o caso de Cervantes, Shakespeare, Inca Garcilaso de la Vega e Vladimir Nabokov.
A celebração procura também encorajar as pessoas, especialmente os mais jovens, “a descobrir o prazer da leitura e a respeitar a obra insubstituível daqueles que contribuíram para o progresso social e cultural da Humanidade” (UNESCO).

ideia de celebrar este dia surgiu na Catalunha, onde é oferecida uma rosa a cada pessoa que compra um livro. Desde então o dia 23 de Abril tem sido comemorado de diversas formas um pouco por todo o mundo. Todos os anos o Comité da UNESCO nomeia a Capital Mundial do Livro. Este ano o programa para a promoção do livro escolhido foi a cidade colombiana de Bogotá.
Nota: Podia agora por uns links e tal para umas leituras interessantes..mas este curso deixou-me ainda mais saturada de livros do que a Licenciatura em Literatura...desmotivante...mas continuo a adorar livros, simplesmente não me os apetece ler...

13 abril 2007

A NÃO PERDER!!!!!!

André Guedes vence Prémio União Latina
O artista plástico André Guedes, de 36 anos, venceu a 9ª. edição do Prémio União Latina, no valor de 7.500 euros, com a instalação "Amanhã hoje". Era um dos cinco artistas plásticos candidatos ao prémio, de carácter bienal, ao lado de Alexandre Estrela (1971), Sancho Silva (1973) e da dupla formada por João Maria Gusmão (1979) e Pedro Paiva (1977).
A contemporaneidade da temática escolhida por André Guedes foi decisiva para o júri, afirmou à agência Lusa um dos seus membros, o director do Centro Galego de Arte Contemporânea, Manuel Olveira. O responsável destacou "a problemática da vida e da cultura de hoje através do trabalho de arquivista", presente na obra de André Guedes.
A instalação recria o ambiente de um escritório de arquivos, com as estantes, os papéis, os computadores, as secretárias e os próprios arquivistas. "Os arquivos representam a ideia de que são inúteis e que são colocados agora em salas de museus", afirmou Manuel Olveira, sublinhando uma ideia de política e da relação com o poder subjacente ao trabalho do artista português.
"Amanhã hoje" e as obras dos quatro finalistas estão expostas na Galeria 1 da Culturgest, em Lisboa, até 13 de Maio. É recriado o ambiente do arquivo, com a presença no local de dois arquivistas a trabalhar.
Criado inicialmente para jovens artistas na área da pintura, o Prémio União Latina já distinguiu nomes como Pedro Calapez, Rui Chafes, João Onofre e Rui Toscano.
Informações:
Conversa com os artistas, Galeria 1
Sancho Silva Sábado, 14 de Abril, 17h00
Alexandre Estrela Quinta, 26 de Abril, 18h30
André Guedes Quinta, 3 de Maio, 18h30
Visita guiada geral
Domingo, 6 de Maio, 17h00
Galeria 1 · 2 Euros (Bilhete único para as duas exposições)
Culturgest - Gestão de Espaços Culturais, SA.
Edifício Sede da Caixa Geral de Depósitos
Rua Arco do Cego
1000-300 Lisboa
Horário de funcionamento
De Segunda a Sexta-Feira, das 11h00 às 19h00
Sábados, Domingos e Feriados, das 14h00 às 20h00.
ENCERRADAS À TERÇA-FEIRA.

Informações 21 790 51 55